Arquivo

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Você Tem Tempo?

12 de janeiro de 2010 6 comentários

Imagem retirada do google.com.br

Você tem tempo? Quanto tempo você tem?

Trabalha, estuda, dorme, acorda, joga, brinda, sai e começa tudo outra vez de um jeito novo ou do mesmo jeito? Bem-vindos ao tempo de hoje que nada mais é do que a continuação e reflexo do tempo de ontem se prolongando para o que virá amanhã.

O tempo é invisível aos olhos, não podemos tateá-lo, porém é perceptível ao coração, podemos sentí-lo. E sentimos ele passar cada vez mais apressadamente. Por quê?

Certo dia estavámos vendo jornal e um especialista comentou que o tempo está passando mais depressa graças às novas técnologias que temos hoje e não possuíamos antigamente. Verdade? Em termos sim, mas ainda gostamos de atribuir nossa perda de tempo ao espaço que dedicamos aos nossos costumes próprios. O tempo passa mais depressa para aqueles que assim o sentem e lentamente para os que demais anseiam. Não adianta, nós do Segunda Parada somos do tipo que avalia a relatividade das coisas. Nossa modernidade foi moldada através desse parêmetro de constantes evoluções/revoluções, não é um sistema que nasceu ontem, mas que vem de gerações e a globalização somente marcou uma parte desta evolução na história. E o tempo que perdemos com nossas manias? Nossos vicíos que não envolvem modernidade, nossos costumes que carregamos de outrora? Esses nada têm a ver com a modernidade e o tempo… O tempo nunca parou.

Aliás, como você usa o seu tempo? Estuda, trabalha o dia todo, chega em casa exausto, sempre reclamando de algo e as vezes nem sabe a razão – mas quando está de folga fica a toa em casa para, no final do dia, perceber que não fez seu tempo render nada? Que no final das contas também não descansou porque a cabeça estava em outro lugar – talvez direcionada para um tempo que ainda nem chegou? Tudo bem, o mundo não está fácil e todos sabem disso. Nossas sagradas e suadas 24hs se tornaram pequenas e breves perante as necessidas que possuímos e as que jogam em nosso lombo, mas que graça teria se tudo fosse certo e no compasso correto de um cronômetro? Ok, esse não é o mérito da questão, assim como também não é desculpa aplicável a tal eloquente situação. Vamos a tal modernidade…

O trabalho mais concentrado, a era digital, celular, internet, notícias em tempo real… Hoje tudo é para ontem e não sejamos ignorantes, as coisas ainda vão a milhão. Você compra algo moderno hoje para descobrir que já é ultrapassado amanhã. Você precisava entregar aquele relatório ontem, mas não deu tempo. Você ia no cinema com sua namorada hoje, mas surgiram coisas mais importante ao seu ver e o filme poderia ficar para depois. O tempo te faz criar prioridades e metas, o leva a viver do passado acreditando estar acentuando o futuro. Ou será isso mais uma desculpa para acharmos um culpado por nossas ausências que não sejam nós mesmos? Sinceramente? Não acreditamos que seja o tempo que ande cada vez mais depressa, mas que nós o atropelamos com nossa ansiedade, ganância, ambição, impaciência etc.

Já chegamos a odiar os domingos, sempre nos foi um dia desagradável em que não se havia muita coisa de interessante para fazer. Passavamos sentados em um sofá enojados já pensado na segunda. Entendiado pensando nas coisas que ainda nem sabíamos quais eram ou seriam. Hoje notamos que o tempo não estava sendo bem aproveitado e agora começamos a escrever, a sermos úteis a nós mesmos primeiramente. Descobrimos que quando estamos com tempo para se fazer algo o deixamos de lado, mas quando estamos atarefados e lotados de compromissos reclamamos por não nos sobrar tempo de fazer mais nada. Nós, humanos, somos engraçados não? Sim, ser “tolo” é uma característica do ser humano, nada agradável, mas pense pelo lado bom, sem ela talvez não evoluiríamos tanto, a ponto de ficarmos acomodados dentro de nossas próprias prisões. Queremos que vejam o outro lado, que façam uma Segunda Parada. Não espere a vida toda por algo que não virá, olhe ao seu redor, encontre as ferramentas e produza. Não reclame do tempo, mas o use a seu favor, afinal, ELE É SEU!

Não tenha preguiça nas horas vagas, é difícil, mais vai dizer que nunca ficou a toa a tarde toda e a noite pensou: “Puts! Não deu pra eu ler meu livro, não consigo termina-lo!”?

Aproveite bem seu tempo!

O que é aproveitar bem o tempo?

Para nós, é passar uma tarde preguiçosa em casa vendo um filme ao lado de quem você ama, é passar um dia com os amigos falando do que faziam quando eram menores e de como a vida está diferente e estranha ultimamente, mas que ainda sim é boa, é fazer o que gosta, escrever, desenhar, pintar. É cantar no videokê velho da família e depois ficar com vergonha da voz horrível que possui, mas ainda sim não largar o microfone e cantar outra. Não por teimosia, mas porque está realmente se divertindo e feliz.

Assuma e cumpra com seus compromissos e responsabilidades, mas não se esqueça de você. Tenha o seu tempo particular, aproveita a filosofia de “viva um dia de cada vez” – ela é ótima quando posta em prática, acredite! Atente aos detalhes, às minúcias, ao tempo que não se repete, que não volta atrás.

Nada justifica certas ações e atitudes simples da vida: um abraço, um elogio quando necessário, isso transforma seu ambiente, transforma seu redor, contagia! Fale que ama, fale que odeia, grite, tome banho de chuva, passe um dia pacato, mais olhe pra você mesmo, cuide da sua companhia eterna, que é o ‘eu’, pense em você e nos que estão ao seu redor, tente viver mais e melhor, e aproveite melhor o seu tempo. Faça coisas, para depois, no final olhar pra trás e ver que o seu tempo não foi em vão.

Vitor Azevedo e Michel Carvalho.

Categorias:Uncategorized

O Peso da Responsabilidade

8 de janeiro de 2010 9 comentários

Imagem retirada do google.com.br

Antes de iniciarmos nossa jornada, de expormos os podres e conservarmos os bons frutos desse sistema a quem todos atribui culpa, mas ninguém o conhece como deveria (ou simplesmente não nos deixam conhecer), vamos retratar aqui o que nos levou a ter essa “sede de expressão” que não nos permitiu conter o ímpeto de movimento, de ação, de demonstrar que estamos vivos e vamos sim ser notados.

Falaremos do peso que é colocado sobre as costas de cada um de vocês leitores em algum momento de suas vidas (ou durante toda ela). Falaremos do peso da responsabilidade.

Aceitem nossas provocações… Mas revidem se julgarem necessário.

Quantos anos você tem? Quantos deles foram bem vividos? O que você faz para sobreviver? Tem filhos? Tem sonhos? Metas? Bom, então talvez você já deva ter sentido sobre o “lombo” o famoso peso da responsabilidade, esta palavra tão utilizada, pronunciada e cuspida, mas que poucos a possuem em seu pleno significado.

Responsabilidade: obrigação de responder pelas ações próprias, pelas dos outros ou pelas coisas confiadas.

Responsabilidade soa bonito quando se pronuncia, quando alguém te denomina “o responsável”. Faz você se sentir adulto, quando criança, ou reafirma sua posição e engrandece seu espírito naturalmente já orgulhoso. Faz parecer que você tem o controle das suas ações, da sua vida. Nós, do Segunda Parada, já nos sentimos assim – os reponsáveis – também. Temos somente 20 anos de idade cada um e já chegamos a acreditar sermos “os adultos”, “os experientes”… Mas no fundo éramos apenas “os espertos” que sabiam escapar astutamente dos problemas da vida, mas não solucioná-los.

Cuidar do irmão mais novo, da mamãe enferma ou já idosa, dos trabalhos penosos da faculdade (ou da escola), executar uma tarefa que lhe é imposta, prestar contas aos pais e, posteriormente, aos patrões e, futuramente, à familia composta e, sempre, a nós mesmos… Por que não? Sim, existem muitas coisas ruins no mundo, umas delas é a consciência pesada, o fardo de carregar para onde quer que se vá a sensação de estar devendo algo a si mesmo – de ficar se julgando. Por outro lado existe o contra-peso – e gostamos de olhar por esse lado, pois notamos que ao menos podemos ter o gosto da credibilidade, de sermos falhos, mas podermos corrigir – de vermos as pessoas confiando em nós por acreditarem que temos a responsabilidade necessária para executar uma competência. Responsabilidade pesa até mesmo quando não a possuímos, mas alguém teima em acreditar que a temos. Tal credibilidade nos torna confiantes, mas também inseguros – e isso pesa.

Nessa peregrinação pela vida por onde já fomos taxados de responsáveis e irresponsáveis sentimos os variados sintomas de acreditar e falhar, persistir e conseguir. É uma mistura estranha, porém homogênea, de nervosismo, frustração, insegurança, preocupação, excesso de confiança e a falta dela. Mas, e quando se atinge o objetivo? Quando se percebe que o título de responsável lhe é merecido? Aí a sensação é ótima, é de alegria e satisfação, porém engana-se quem pensa que aquele peso nas costas diminui, pelo contrário, ele aumenta ainda mais e com ele aumenta-se as cobranças, a credibilidade, a confiança, a capacidade.

Mas… E quando acaba dando errado?

Aí nos sentimos incapazes, falhos, mas temos a desculpa de que somos humanos, portanto, imperfeitos. A vida é um eterno equilíbrio e desequilíbrio onde ora somos o peso, ora somos o contra-peso. Somos a razão da estabilidade e também da instabilidade. Mas, é importante sobre tudo a tentativa, sentir que fez o que era preciso, o que era possível… que insistiu.

E é com esse mix de emoções que nós do Segunda Parada vamos assumindo mais uma responsabilidade dentre tantas as outras que já colecionamos: escrever, falar, se expressar, não se calar.

Aqui sentimos, duvidamos, tomamos uma posição… Defendemos, atacamos, argumentamos…

Se vamos suprir as suas e as nossas próprias expectativas não sabemos. Se vamos agradar? Se somos bons? Se sabemos o que estamos fazendo? Também não possuimos essas respostas. Mas temos uma certeza: tentaremos, insistiremos, indagaremos e… Continuaremos!

Vitor Azevedo e Michel Carvalho

Categorias:Uncategorized

Introdução

7 de janeiro de 2010 9 comentários

Imagem retirada do google.com.br

Olá caros leitores

Já visitaram outros websites hoje? Jornal online, site de relacionamentos, blog’s dos mais variados temas? Se depararam com páginas bem escritas e redigidas que foram capazes de mexer com suas convicções ou reafirmá-las ainda mais? Se vocês são verdadeiros internautas dedicados a extrair da internet conhecimentos úteis e até mesmo inúteis para fazerem deste, algo fantástico (e acreditem, é possível) provavelmente suas respostas para todas essas perguntas foram SIM.
Mas… Que tal uma “Segunda Parada”? Uma observada no outro lado da moeda, ou simplesmente uma intrínseca curiosidade de saber o que pessoas como nós, do Segunda Parada Blog, são capazes de extrair, aproveitar, eliminar e cuspir de conclusões que podem até parecer absolutas, mas apresentam falhas, pontos mal explicados ou nem retratados? Sim, é isso que fazemos… Ratificamos o certo, podamos o confuso e plantamos as sementes do que mais se aproximam de um jardim real, sem ervas daninhas. Será possível? Descobriremos.
Formadores de opinião? Talvez. Mas preferimos o rótulo de incansáveis indagadores, pois enquanto há perguntas e dúvidas, SEMPRE deverá existir uma explicação. Queremos explicações.

Somos nascidos, criados e VACINADOS, temos os anticorpos contra o vírus da insolência. Não nos seduzimos fácil e dificilmente caímos em tentação quando o assunto nos afeta moral, físico e psicológicamente. Adoramos a idéia de governo, mas tememos os governadores. Apoiamos a democracia, mas detestamos teses sem eficiente prática… Por isso estamos aqui, para falar, falar e falar. Talvez isso não faça grandes diferenças, mas algumas entranhas serão arranhadas. Adoramos mexer com quem está quieto, pois quase sempre estes têm culpa no cartório.
Nenhuma conclusão é absoluta (ou quase nenhuma), nem mesmo as nossas do Segunda Parada, por isso pedimos a todos que comentem suas próprias conclusões. Agradeceremos os elogios e faremos das críticas uma interrogação a mais até que uma explicação que satisfaça ou engane a todos seja obtida.

Será tão fácil enganar uma grande massa de pensadores e indagadores? Eles tentam, mas ainda não conseguiram.

Bem vindos… eis aqui a Segunda Parada.

Michel Carvalho e Vitor Azevedo

Categorias:Uncategorized